quinta-feira, 17 de julho de 2008

Em jeito de conclusão...

A investigação em educação é primordial para que seja possível intervir de forma mais consciente e adequada em situações/problema.

Existem diversas metodologias de investigação e é necessário conhecê-las para poder optar pela mais adequada ao processo de investigação que pretendemos iniciar. A investigação em educação, assim como noutras ciências sociais, incide sobre o comportamento humano, o que apesar de não ser tarefa fácil é uma área delicada que necessita de obedecer a alguns parâmetros específicos. Um processo de investigação obedece a critérios rigorosos para que os resultados sejam o mais fiável possível e permitam a generalização a outros casos.

Ao longo das aulas da unidade curricular de Investigação em Mediação Educacional e Supervisão na Formação, adquiri variado conhecimento sobre o processo de investigação. Foram delineados todos os elementos que compõe a investigação e as suas características, pois só com este conhecimento será possível seleccionar e aplicar a metodologia mais adequada ao tema/problema em questão.

Todas as temáticas abordadas levantaram questões importantes a colocar num processo de investigação, desde a selecção da amostra até ao tratamento dos dados recolhidos.

A par das temáticas trabalhadas, esta unidade curricular foi muito produtiva em termos de processo de aprendizagem. Adquiri competências com o trabalho efectuado neste blog, que demonstrou ser uma ferramenta muito prática e apelativa para a organização dos conhecimentos. A elaboração de mapas conceituais, foi muito útil e foi muito positivo ter tomado conhecimento desta forma de trabalhar as ideias e temas, que irá com certeza ter aplicação futuramente.

A apreciação à frequência desta unidade curricular é muito positiva, as competências e conhecimentos adquiridos são muito pertinentes profissionalmente e transversais a outras áreas.

Foi uma boa experiência…:)

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Dados

A transformação dos dados recolhidos em informação, é uma etapa do processo investigativo. A análise dos dados vai permitir a sua organização e aplicação em algo concreto. As variáveis podem ser tratadas de diversas formas, de acordo com o seu grau mais quantitativo ou qualitativo. Para melhor compreensão desta temática elaborei um mapa de conceitos que se encontra de seguida.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

SPSS

Na aula de 3 de Junho, abordamos a temática do tratamento da informação recolhida numa investigação. Existem várias formas de tratar a informação que recolhemos para dar corpo à nossa investigação. Na aula verificamos que existem umas formas mais prátiacas e económicas em questões temporais que outras. Aqui introduzimos o SPSS, é um programa de tratamento de informação, muito útil, que permite obter um grande número de resultados com as mesmas variáveis, cruzando-as entre si.
Ao longo da minha licenciatura, tive contacto com este programa, numa unidade curricular. É um programa com alguma complexidade, e por este motivo é óptimo poder relembrar o seu funcionamento.
No dia 3 de Junho, tive a oportunidade de realizar um exercicio de introdução e cruzamento de dados em SPSS, que foi uma forma de me voltar a familiarizar com o programa e ao mesmo tempo adquirir competências, que num futuro podem vir a ser preciosas.
Estão a ser muito positivas estas aulas sobre SPSS...

terça-feira, 3 de junho de 2008

ESCALAS

A aula sobre escalas alargou os meus conhecimentos sobre estas. Já por várias vezes tive de responder a questionários que apresentavam vários tipos de escalas. Na altura em que estava no papel de respondente, não fazia ideia da variedade de escalas existentes nem da sua adequabilidade relativa, ou seja não se pode empregar uma escala sem fazer uma ponderação prévia.

Ao contactar com a existência de diversos tipos de questionários pude dar-me conta da diversidade existente e da adequabilidade de cada uma para um contexto de investigação específico. Se no futuro tiver de construir um inquérito por questionário, estarei munida de diversas informações muito úteis para a selecção e empregabilidade de um tipo de escala, que se pretende que seja o mais adequado para o respondente em causa, para o objecto da investigação e para a análise dos resultados que irá ser feita pelo investigador.

De seguida é encontrado um link para um pequeno texto produzido dom base num outro texto sobre a temática das escalas.

http://docs.google.com/Doc?id=dgpgcq4t_14k4nm9tzw&invite=chftmt2

terça-feira, 27 de maio de 2008

Instrumentos de recolha de dados

Os instrumentos de recolha de dados são os elementos que vão permitir ao investigador munir-se da informação necessária para levar a cabo o precosesso de investigação no qual se encontra envolvido. Existem várias formas de proceder à recolha dos dados. O uso de cada instrumento deve ser ponderado de acordo com os objectivos pretendidos e com os dados a recolher. Aquando da selecção de um instrumento de recolha de dados o investigador deve colocar-se várias questões no sentido de determinar com o maior número de exactidão possível qual a opção mais correcta. Assim sendo, e quando já existem instrumentos pré-definidos, o investigador deve optar pela utilização de um já existente que seja compatível com o objecto do seu estudo ou se pelo contrário deve criar um novo que conseguirá obter os dados de forma mais correcta. A fiabilidade ou validade do instrumento é outra questão de elevada pertinência para que os dados possam ser o mais aproximados à realidade em questão. A aula relativa aos instrumentos de recolha de dados alertou para a importância fulcral desta tarefa e permitiu contactar com diferentes tipos de instrumentos que podem vir a ser muito úteis num futuro profissional. Para que esta temática fosse mais aprofundada, elaborei um mapa de conceitos que concentra a informação mais pertinente, o qual se pode visualizar de seguida.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Mapa de conceitos - AMOSTRAS

Na aula de 13 de Maio de 2008, aprendi a elaborar mapas de conceitos. Os mapas de conceitos eram desconhecidos para mim, e na aula percebi que podem ser muito úteis na medida em que organizam a informação de forma lógica e relacional. O primeiro mapa que realizei foi sobre a primeira temática abordada nesta unidade curricular, as amostras. Após a realização deste mapa foi possível consolidar o conceito de amostras e todos aqueles que lhe estão relacionados.

domingo, 18 de maio de 2008

Técnicas de amostragem

Na primeira aula da unidade curricular de Investigação em Mediação Educacional e Supervisão na Formação, abordamos a témática das técnicas de amostragem. O conceito de amostra foi definido, assim com as técnicas para se proceder à sua selecção. Existem várias técnicas, para que a selecção da amostra esteja de acordo com o objectivo da investigação. O exercício que efectuei, sobre técnicas de amostragem, permitiu a colocação em prática, das várias técnicas abordadas na aula e obter a percepção das dificuldades sentidas. A construção do mapa conceptual, sobre esta mesma temática, funciona como mais um reforço para a consolidação dos conhecimentos.